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A lista abaixo traz diversos livros para você

A Divina Comédia

A Divina Comédia é um poema de viés épico e teológico da literatura italiana e mundial, escrito por Dante Alighieri no século XIV e dividido em três partes: o Inferno, o Purgatório e o Paraíso.

Arte Poética

A Poética (em grego antigo: Περὶ ποιητικῆς; em latim: poiétikés), provavelmente registrada entre os anos 335 a.C. e 323 a.C. (Eudoro de Souza, 1993, pg.8), é um conjunto de anotações das aulas de Aristóteles sobre o tema da poesia e da arte em sua época, pertencentes aos seus alunos escritores. (para serem transmitidos oralmente aos seus alunos) ou esotéricos (textos para iniciados).

Metamorfose

A Metamorfose é uma novela escrita por Franz Kafka, publicada pela primeira vez em 1915. Veio a ser o texto mais conhecido, estudado e citado da obra de Kafka. Apesar de ter sido publicada em 1915, foi escrita em novembro de 1912 e concluída em vinte dias.

Dom Quixote volume I e II

Dom Quixote de la Mancha (Don Quijote de la Mancha em castelhano) é um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes (1547-1616). O título e ortografia originais eram El ingenioso hidalgo Don Quixote de La Mancha, com sua primeira edição publicada em Madrid no ano de 1605. É composto por 126 capítulos, divididos em duas partes: a primeira surgida em 1605 e a outra em 1615.

Dom Quixote volume I e II

Candide, ou l'Optimisme é um conto filosófico em tom de sátira publicado pela primeira vez em 1759 por Voltaire, filósofo do Iluminismo. A novela já foi traduzida em centenas de línguas e, em português, seu título costuma ser Cândido ou O Otimismo ou simplesmente Cândido.

Uma Temporada no Inferno

Uma temporada no inferno' é o relato em prosa poética do homem perscrutando as suas profundezas e origens. Os textos deste livro visitam sonhos e terras distantes, desejo de solidão e sede de conhecimento, o passado ancestral e a busca pelo desconhecido.

Iluminuras

É um dos textos fundadores da poesia moderna e o testamento poético de Arthur Rimbaud (1854-1891). Escrito em parte durante as temporadas em Londres, com seu gosto pela ambiguidade e polissemia, Rimbaud escolheu como título uma palavra inglesa que significa, simultaneamente, tanto iluminações (no sentido de inspiração ou percepção súbitas) quanto iluminuras (gravuras coloridas, acepção reforçada pelo subtítulo), manuscritos 'iluminados' (decorados e ilustrados com formas, desenhos, figuras).

As Viagens

Em "As Viagens", Olavo Bilac conta em poemas independentes (quase sempre sonetos) as diversas viagens em que o Homem (desde as migrações pré-históricas) foi descobrindo e conquistando novas terras.

A Esfinge Sem Segredo

Dois amigos se reencontram depois de um longo tempo, e como de costume colocamem dia as novidades. Nessa conversa um dos amigos conta uma estranha novidade: se apaixonou por uma mulher misteriosa, que guarda uma grande mistério.

O Elixir da Longa Vida

L'Élixir de longue vie é um conto fantástico de Honoré de Balzac, integrado em A Comédia Humana. Essa versão do mito de Don Juan, surgiu em pré-publicação na Revue de Paris, em 1830, sob o título de Festin[1] et Fin; em seguida em 1846 na edição Furne. Figura nos Estudos filosóficos.

Um dos primeiros textos assinados com o nome do autor: Honoré de Balzac, esse conto está entre os menos conhecidos do grande público, como lamenta Bernard Guyon[2]. O texto parece artificialmente ligado aos Estudos filosóficos. Aqui se vê claramente a influência de Ernest Theodor Amadeus Hoffmann e de seus Elixires do diabo, que Balzac certamente leu[3] [4].

Poemas

Safo (em grego antigo: Σαπφώ, transl. Safo)[1] foi uma celebre poetisa grega da ilha de Lesbos, contemporânea de Pítaco e Alceus.[2] É conhecida por sua poesia escrita para ser cantada ao som da lira.[3] A maioria dos poemas de Safo se perdeu ao longo do tempo, assim como ocorreu com praticamente todos os escritores da antiguidade, e o que sobreviveu chegou até nós em forma de fragmentos, sendo seu único poema completo a chegar aos dias atuais intitulado ´´Ode a Afrodite´´, pois foi preservado por Dionísio de Halicarnasso, em sua obra sobre a composição dos nomes

Contos para Velhos

Publicado em 1897, sob o pseudônimo de Bob, este volume reúne 16 peças em prosa e verso, de caráter jocoso e picante, quase todas com acentuado sabor popular.

Via Láctea

Na poesia, da escola Parnasiana, apresentada destacam-se o rigor e, sobretudo, a beleza, alcançada pelos trinta e cinco poemas. Mesmo parnasiana, esta obra apresenta tonalidades românticas, daí o seu êxito, pois mostra uma poesia extremamente amorosa e sensual em versos vibrantes, plenos de emoção e vigor ardente.

Livro de Mágoas

Este livro é de mágoas. Desgraçados Que no mundo passais, chorai ao lê-lo! Somente a vossa dor de Torturados Pode, talvez, senti-lo ... e compreendê-lo.

O Livro D'ele

Livro de Sonetos de Florbela Espanca. Portugal, (Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894 -- Matosinhos, 8 de Dezembro de 1930), batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca. Poeta portuguesa.

Charneca em Flor

Charneca em Flor é o volume de poemas de Florbela Espanca publicado após a sua morte em 1931, pela Livraria Gonçalves de Coimbra.

Sóror Saudade

Este é um livro de poesia de Florbela Espanca publicado em Janeiro de 1923. Editado em Lisboa pela Tipografia A Americana contém trinta e seis sonetos. A poetisa iniciou o trabalho sobre a coletânea logo depois de ter editado a sua primeira obra, o Livro de Mágoas. 

A Mensageira das Violetas

Este belo livro “A Mensageira das Violetas”, da saudosa poetisa portuguesa Florbela d’Alma da Conceição Espanca (1894 – 1930) é composto de mais de uma centena de sonetos, a poesia clássica que o velho mundo sempre cultuou nas suas lides literárias. L&PM POCKET, responsável pelas notas explicativas e dos comentários, realizou um excelente trabalho gráfico, onde valorizou a ilustração de capa, o nu couché do artista plástico Ivan Pinheiro Machado – 1865.

O Guardador de Rebanhos

O Guardador de Rebanhos é um conjunto de poemas escritos pelo heterónimo Alberto Caeiro de Fernando Pessoa. Os poemas foram escritos em 1914 e Fernando Pessoa atribuiu sua génesis a uma única noite de insónia de Caeiro

Poesias de Álvaro de Campos

Alvaro de Campos era o heterônimo mais escandaloso e febril de Fernando Pessoa (1888-1935). O poeta portugues dizia que os versos de Campos ihe ocorriam quando ele sentia um impuiso indefinivel para escrever. Sua poesia explosiva pos abaixo as formas tradicionais do lirismo e da poesia parnasiana e simbolista

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